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Ásanas - Posturas de Yoga

Essa inter-relação foi detectada há muito tempo pelos yoguis, que desenvolveram um sistema de exercícios que exercem pressão sobre as diversas glândulas endócrinas. Há milhares de anos, nas antigas florestas da Índia e da China, os yoguis dedicaram suas vidas ao estudo do domínio do corpo e da mente. Eles observaram cuidadosamente o modo de vida dos animais que viviam em seu ambiente – como eles descansavam e como se curavam instintivamente. Ao experimentarem as diferentes posturas dos animais, esses yoguis perceberam o efeito sutil de tais movimentos em seus órgãos e glândulas. Após milhares de anos de experiência, essas posturas foram aprimoradas e passaram a constituir um sistema cientifico composto por milhares de exercícios chamados ásanas. Os nomes dos ásanas são significativos e ilustram o princípio da evolução. Algumas são denominadas de acordo com a vegetação, como a árvore (vrksha) e o lótus (padma), algumas de acordo com nomes de insetos como o gafanhoto (salabha), de animais aquáticos como o peixe (matsya), aves como o pavão (mayura), quadrúpedes como o cão (svana), não esquecendo nem mesmo das criaturas rastejantes como a serpente (bhujanga).
A pressão sutil da postura de yoga, mantida estática por pouco tempo, restabelece o nível correto de secreção dos hormônios, resultando em equilíbrio emocional e, consequentemente, em saúde física e mental.
A prática dos ásanas traz estabilidade, saúde e leveza ao corpo. Uma posição estável e agradável produz o equilíbrio mental e evita a dispersão. Os ásanas não são meros exercícios de ginástica, são posturas. Desenvolveram-se ao longo dos séculos de modo a exercitar cada músculo, nervo e glândula do corpo. Garantem um físico harmonioso, forte e elástico mantendo-o livre de doenças. Reduzem a fadiga e acalmam os nervos. Mas sua real importância está na maneira pela qual treinam e disciplinam a mente.

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